Lúcia Murat, cineasta brasileira que foi presa e torturada durante a ditadura. Crédito: Michelangelo Princiotta/Agenda Brasil

Lúcia Murat, cineasta brasileira que foi presa e torturada durante a ditadura. Crédito: Michelangelo Princiotta/Agenda Brasil

Lúcia Murat: o legado no cinema e a militância durante a ditadura militar

A convite, cineasta brasileira esteve em Milão para apresentar seu mais novo filme "O Mensageiro"

07/01/2025 às 16:49 | 1 min de leitura | Edição Impressa

Em tempos de êxtase com o cinema nacional do Brasil, a BRASIL JÁ conversou com a cineasta Lúcia Murat, que foi presa e torturada durante a ditadura militar no país (1964-1985). 

Os tempo de chumbo, aliás, é também tema central de "Ainda Estou Aqui", filme estrelado por Fernanda Torres que, no último domingo (5), conquistou o Globo de Ouro pela atuação no longa-metragem de Walter Salles. 

Aos 76 anos, Lúcia Murat conversou com  jornalista Graziele Frederico durante ida a Milão, Itália, ao ser convidada para participar de um festival de cinema brasileiro.